Post | Curtailment: o que aconteceu em fevereiro de 2026
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Data: 10 de março de 2026
Em fevereiro de 2026, o curtailment nas usinas eólicas apresentou redução de 13,9 p.p. em relação a janeiro, enquanto para as usinas solares registrou-se uma redução de 9,3 p.p.
Essa queda foi impulsionada pela redução do curtailment por confiabilidade, possivelmente associada à expansão de transmissão observada no período - destaque para a linha de transmissão 500 kV Medeiros Neto II – João Neiva 2 C-1 empreendimento que permite maior escoamento de energia excedente da região Nordeste para o Sudeste (Bahia - Espírito Santo).
Resumo para as usinas eólicas:
O curtailment total atingiu 8,29%, puxado principalmente por razões energéticas (ENE = 6,12%), seguido por indisponibilidade externa (REL = 1,47%), e confiabilidade (CNF = 0,70%).
Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia concentraram a maior parte do curtailment total - com 13,39%, 9,78% e 8,44%, respectivamente.
Os três pontos de conexão mais afetados foram IGAPORA III - 500 kV (23,42%), ACARAU II - 230 kV (19,97%), e ACU II - 138 kV (19,97%).
No total, o curtailment em eólicas somou 745,95 MWmed em fevereiro (ENE = 550,70 MWmed, REL = 132,69 MWmed e CBF = 62,57 MWmed).

Resumo para as usinas solares
O curtailment total atingiu 10,57%, puxado principalmente por razões energéticas (ENE = 8,49%), seguido por confiabilidade (CNF = 1,29%) e indisponibilidade externa (REL = 0,79%).
Pernambuco, São Paulo e Bahia lideraram o curtailment total - 16,55%, 12,67% e 11,51%, respectivamente.
Os três pontos de conexão mais afetados foram B. JESUS LAPA - 69 kV, (26,78%), BOM NOME - 138 kV (23,84%), e TACARATU - 230 kV (21,81%).
No total, o curtailment em solares atingiu 501,27 MWmed em fevereiro (ENE = 402,54 MWmed, CNF = 61,30 MWmed e REL = 37,42 MWmed).

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